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A torta de fadas

31/08/2018

Uma... Uma torta de Fadas!

 

É para se divertir bastante com este livro de Michael Escoffier e Kris di Giacomo.

 

 

Nem tanto dragões, nem tanto sapos. Mas isso, acho que não importa.

O que importa mesmo é que o pequeno está com fome e seu pai acabara de fazer uma deliciosa torta, bem fofinha, recheada de fadas!

Fadas? Mas como assim fadas, meu deus? Será que são gostosas?

 

 

Peraí, mas isso aqui não parece muito com fadas... E sim lesmas!

 

“Lesmas? Acha mesmo que eu faria você comer lesmas disfarçadas de torta?”

 

 

Mesmo desconfiado, o pequeno sap... ou melhor, o pequeno dragãozinho pensa, pensa, e topa comer a torta com uma condição – que seu pai prove que é mesmo um dragão e saia voando por aí!

 

 Promessa é dívida! E assim que o pequeno come toda a torta (não necessariamente as fadas, ou melhor, lemas... ou fadas mesmo?) na espera de seu pai voando janela afora!

 

De passo em passo, seu pai se aproximava da janela e 3, 2, 1....

 

 

Não é que ele voa mesmo! Que alegria!

Mas ainda fica o mistério... O quão dragão seu pai seria? Tanto quanto lesmas são fadas?

 

Editado pela Positivo.

 

 

 

 

POR QUE LÊ-LO?

 

Nesta história que é puro senso de humor, conseguimos explorar a máxima das “aparências enganam”.

As artimanhas que normalmente os pais fazem com seus filhos na hora de comer algo diferente, que nem sempre dá certo não é mesmo?

 

Pois é... Elas são perspicazes!   Mais do que imaginamos.

 

Pela história, vemos como o pai tenta driblar o filho da melhor forma – cria histórias, argumentos, faz trocadilhos e ainda apresenta uma suposta receita que indica como fazer a comida. E essa parte é sensacional – a receita na verdade é uma tarifa aleatória, mas só nós leitores o sabemos. Seu filho, não lê e não percebe.

 

Esse rompimento de narrador é maravilhoso e o ponto de destaque do livro.

 

Outra característica do livro é, que mesmo com as ilustrações saltando aos olhos por todos os lados, a narrativa é muito bem marcada, textualmente, pelas diferença das letras de acordo com "quem fala". A letra de forma mas, irregular, caracteriza o filho, e a letra cursiva, o pai.

Maravilhoso para o momento de contação de histórias!

 

O final da história acontece da mesma forma, com uma reviravolta bem bacana que só nós leitores conseguimos saber.

 

Mas eu não vou contar não, depois vocês me contam =)

 

 

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